18 de fevereiro de 2020
O Diretor da Master Mind Brasil Walter Kaltenbach esteve no Programa para falar sobre as 17 Leis do Sucesso de Napoleon Hill.

Programa Estética na TV abordou As Leis do Sucesso de Napoleon Hill

O convidado falou sobre a força da mente em nossas ações

Por Marisa De Lucia

O Programa Estética na TV, apresentado por Cristiano dos Santos no dia 12 de novembro, trouxe Walter Kaltenbach, diretor da Master Mind Brasil, representante oficial da Fundação Napoleon Hill no País, para falar sobre As 17 Leis do Sucesso de Napoleon Hill e como aplicá-las para obtermos sucesso em todas as áreas de nossa vida.

As Leis do Sucesso de Napoleon Hill
As Leis do Sucesso de Napoleon Hill

A história de Napoleon Hill começa no início do século XX, quando um notável magnata do aço, chamado Sr. Handell, segunda maior fortuna que o mundo teve até hoje, notou que algumas pessoas tinham resultado, enquanto outras não. E aquilo foi o deixando intrigado, pois apesar de dizerem que a pessoa tinha sucesso por ter sorte, por ser gênio ou vir de uma família bem constituída, ele via que não era bem assim e queria entender de uma maneira acadêmica.

Essa curiosidade o levou, em 1908, a pedir para um jovem jornalista, chamado Napoleon Hill, que também era pesquisador, filósofo e cientista, que fizesse uma pesquisa acadêmica envolvendo grandes líderes, prestadores de serviços, empresários, políticos e profissionais liberais que se destacam em sua área de atuação, para saber o que cada uma dessas pessoas tinha de diferente. Mas Handell adiantou a Napoleon que não iria lhe pagar nada.

Contudo, Napoleon Hill sabia que esta era uma grande pesquisa que poderia mudar a trajetória do planeta e, com isso, ele acabou entrevistando 16 mil pessoas, entre elas, os presidentes da Ford, da Parcker, Lojas Americanas, o fundador da Kodak, Roosevelt, o ex-presidente que tirou os Estados Unidos da depressão em 1929.

Após 20 anos de pesquisas, ao compilar os dados, Napoleon Hill descobriu que as pessoas de resultado em sua vida pessoal e profissional, em tese, não foram pessoas que tiveram sorte, são gênios ou vieram de uma família bem constituída, mas sim, pessoas que têm dentro delas alguns tipos de competências que elas conseguem aplicar, de maneira consciente, e, às vezes, até mesmo sem sabem que têm estas competências.

E, assim, Napoleon Hill começou a depurar e pensou o seguinte: se essas competências geram resultado na vida de uma pessoa isso tem que ser uma lei na vida dela. Foi daí que ele publicou sua pesquisa num livro chamado A Lei do Triunfo, tradução do livro original The Law of Success, onde encontramos os relatos de 16 mil profissionais de sucesso, sobre suas experiências.

Walter Kaltenbach - As Leis do Sucesso
Programa Estética na TV – As Leis do Sucesso de Napoleon Hill

E foi a partir dos “comos” das pessoas que leem o livro, por exemplo, “como vou ter autocontrole para tomar as decisões certeiras até o resultado?” é que surgiu a Fundação Napoleon Hill, representada hoje pela empresa Master Mind em 24 Estados.

A Master Mind trabalha com processos de desenvolvimento de mudanças de atitudes, por meio de treinamentos, para que as pessoas possam ter novos resultados. Só na cidade de São Paulo, por exemplo, tem Master Mind em diversos bairros, nas mais variadas regiões.

Durante a entrevista, Walter Kaltenbach falou sobre cada uma das 17 leis. A primeira lei, e para ele a mais importante porque define o sucesso de uma pessoa, é ter o objetivo principal bem definido, ou seja, temos que saber onde nós vamos e depois determinar como vamos chegar lá.

De acordo com pesquisa realizada pela Harward Business School, uma escola norte-americana de liderança, parceira da Master Mind, somente 3% da população mundial do planeta hoje sabe, de fato, o que está fazendo neste mundo, 97% das pessoas deste planeta estão aqui a passeio.”Um número absurdo”, diz Walter. Estes 3%, de acordo com a pesquisa, sabem exatamente o que fazer na segunda, na terça, na quarta, quinta, sexta, no sábado e no domingo, eles têm foco na sua vida e sabem o que estão fazendo.

A Harward Business School detectou também que estes 3% detêm 90% da riqueza de todo o planeta. E até mesmo uma recente pesquisa do IBGE revelou que quase 90% da riqueza aqui do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos brasileiros. Com base nesses dados, a Harward fez uma mente simulada com a seguinte questão: “se nós pegarmos toda a riqueza do planeta e dividirmos de forma igual para todo mundo, o que aconteceria?”. E eles concluíram que em menos de uma década novamente a riqueza voltaria para esses 3%, que são pessoas que sabem exatamente o que elas estão fazendo hoje. “Por isso é que tem pessoas que ganham na Mega-Sena e depois de pouco tempo já perderam todo o dinheiro porque não sabem o que estão fazendo aqui, elas não têm um propósito de vida”, observou Walter.

Walter comentou que é importante colocar o objetivo no papel, pois, assim, você gera um compromisso com você e quando vê no papel pensa: se eu quero isso no futuro porque não tenho hoje? Hoje pode faltar para mim algum conhecimento ou uma habilidade, mas se eu coloco no papel eu me cobro de ter que ir atrás daquilo que eu preciso adquirir.

A lei da confiança em si mesmo fala da importância de enfrentarmos nossos medos para sermos bem-sucedidos e a única forma de perder o medo é você se expor. Segundo Walter os dois medos que mais afligem as pessoas que procuram a Master Mind é o da morte e o de falar em público. Por isso, nos treinamentos, o indivíduo pratica a fala em público para perder seus próprios medos. Cristiano fez este curso e recomenda, pois pessoas muito tímidas saem de lá bem felizes com os resultados, falando, fazendo amizades.

Quanto à lei Master Mind, que é o nome da empresa, mas também uma das leis de êxito de Napoleon Hill, Walter disse que Master Mind no dicionário americano quer dizer mentes em harmonia com o objetivo principal bem definido. Na tradução literal em português é mente mestra ou mente de mestre. Nós, com mentes de mestre, se conseguimos fazer com as pessoas em casa, no trabalho, no âmbito espiritual e intelectual estejam em mente de harmonia e com o objetivo principal bem definido, o resultado se potencializa.

Para uma empresa ter sucesso, no caso uma Clínica de Estética, é preciso primeiro ter o objetivo principal definido, depois selecionar os membros dessa aliança, pessoas que tenham qualidades, saibam fazer o trabalho e manter a harmonia entre as outras pessoas da aliança. O terceiro passo é conceder um benefício para esta pessoa fazer parte desta aliança e o quarto passo é sempre deixar um local e uma hora para que esse grupo possa se reunir para discutir o passado, o presente e o futuro. Isto porque a vida é feita de reposicionamentos e uma equipe precisa se reposicionar diariamente.

Walter citou alguns cursos que são oferecidos na Master Mind, entre eles o Napoleon Hill, um treinamento filosófico de 17 semanas, que pode ser feito pelo site: www.naphill.com.br, para pessoas que querem se aprofundar nas leis de êxito e poder ser um especialista na filosofia de sucesso de Napoleon Hill. Neste curso, são feitas interações com outras pessoas, é aplicada uma prova para checar se houve realmente o entendimento e existe um Diário que você preenche toda semana com perguntas selecionadas para você ter seu projeto de vida anotado.

A lei de fazer além do que foi combinado mostra que quem faz mais do que o combinado está sempre se destacando, enquanto a lei do hábito de economizar, envolve o dinheiro, pois dependendo da maneira que você gera seus recursos é o que você vai ser amanhã, e também o tempo, pois se você consegue inserir atividades importantes em suas 24 horas, resultados importantes são gerados para sua vida.

Quanto à lei da liderança e iniciativa, Walter explicou que ninguém nasce líder, pode até nascer com alguma habilidade ou tendência para uma habilidade. O que faz a diferença é a pessoa querer liderar, ter a iniciativa de praticar a liderança. No mundo, poucas pessoas têm iniciativa, as demais são apenas repetitivas. Liderar é ter pessoas à minha volta que eu possa comandar, pois quem é líder indica o caminho.

No que se refere a como usar a nossa mente, Walter explicou que nossa mente tem dois lados, o lado inconsciente e o consciente. O lado inconsciente registra todas as informações que você recebe durante o dia, ao ligar o rádio ou a TV, quando conversamos com as pessoas, e a nossa mente acredita em tudo. Já no lado consciente, como o próprio nome diz, quer dizer com ciência, com sabedoria, é onde gera o pensamento para que a gente possa se reposicionar sobre estas informações. O que interfere é ter uma atitude positiva ou negativa. Muitas pessoas já tem o hábito, às vezes adquirido com a família, de ter pensamentos negativos. Daí a necessidade de reposicionar esses hábitos. Nós determinamos em nossa mente o que a gente quer ser nesta vida, daí a importância de fazer o uso adequado da mente.

Sobre a lei do entusiasmo, Walter disse que ou você tem entusiasmo ou não tem. Na antiga Grécia falavam até mesmo que a pessoa que tinha entusiasmo tinha um deusa dentro dela, a deusa do entusiasmo e, por isso, aquela pessoa era uma pessoa inusitada, assim como hoje pessoas que têm entusiasmo se destacam no meio da multidão.

Contudo, entusiasmo é diferente de motivação. Muitas empresas reúnem os funcionários pela manhã para dar motivação para que elas façam além do combinado. Elas até se motivam, mas no final do dia já precisam novamente de motivação. Por isso, chega um momento da nossa vida que não podemos esperar que alguém nos motive a fazer algo, nós temos que saber gerar nossa automotivação, ou seja, gerar o entusiasmo dentro de nós, fazer atividades que sejam importantes naquele momento com a mesma alegria se estivéssemos num happy hour com amigos.

Quanto à lei do autocontrole, Walter começou explicando com a seguinte pergunta: as pessoas nos provocam diariamente ou elas nos mostram que a gente não tem autocontrole? Quando falamos em autocontrole, observou ele, temos que falar sobre nossas emoções. Temos que ter o autocontrole para não deixarmos as emoções externas nos influenciarem. Walter citou uma pesquisa feita com 160 mil pessoas, que revelou que 92% de 160 mil presidiários pesquisados, cometeram  algo que o levaram à prisão, por terem perdido o autocontrole em um momento da vida.

Walter falou da importância do autocontrole, uma vez que podemos passar uma vida inteira com uma boa reputação e perdê-la em apenas um ato. O autocontrole é uma competência que tem que ser desenvolvida em nós, temos que nos conhecer para que possamos ter a racionalidade de nossos atos no momento presente.

Com referência à lei da personalidade agradável, Walter observou logo ao conhecer as pessoas, até temos nota 10 por nossa personalidade agradável, mas à medida que vamos interagindo, vamos perdendo pontos para ela. “Se perguntarmos para quem convive diariamente com a gente, até um ente querido, que nota ele nos dá por nossa personalidade, duvido que ele vá te dar 10, o que significa que em algum momento da sua vida você fez algo para essa pessoa que debitou na sua nota.

Algumas atitudes são fundamentais no convívio com outras pessoas como chamar pelo nome, parar de ser ranzinza, não querer modelar as pessoas, controlar a crítica, pois ela cria uma muralha entre eu e essa pessoa, ser cordial, fazer algo que agregue valor e não ficar na mesma rotina, pois a rotina destrói pessoas, destrói equipes, destrói relacionamentos”, observou Walter.

No curso da Master Mind, são trabalhadas essas questões para que as pessoas peguem a teoria, apliquem em suas vidas e tragam os resultados em sessões posteriores, o que implica em mudanças de atitudes para termos novos resultados.

A lei de pensar com segurança significa tomar decisões com índices de erro muito menor. Já a lei de concentração e foco, implica em concentração e foco na coisa certa. Muitas pessoas durante o dia são concentradas e focadas em inúmeras coisas como facebook, twitter, na conversa do lado, no que está acontecendo na televisão, mas muitas vezes não está centrado e focado naquilo que ele precisa fazer para atingir seu objetivo principal bem definido.

“O maior presente que Deus nos deu é o momento presente, porque o momento presente gera resultado no futuro, por isso durante as 24 horas do nosso dia temos que saber escolher as nossas atividades e fazer aquelas que estejam em sintonia com aquilo que definimos em nossa vida, com o que queremos de resultado”, observou Walter.

A lei da cooperação mostra que quem sabe obter cooperação sabe delegar, confia em pessoas, sabe formar equipes e com mais pessoas trabalhando juntas o resultado é potencializado. “Podemos afirmar que chegar no topo é fácil, mas permanecer é difícil! Só permanece no topo quem tem uma equipe por trás que coopera para que ele continue no topo”, comentou ele.

Quanto ao fracasso, Walter disse que ele sempre é bom, desde que se  tire dele aprendizados. O que diferencia uma madura da imatura é a forma como ela tira aprendizados de sua própria história, não são os anos que ela tem de vida. “Thomas Edson errou 10 mil vezes antes de inventar a lâmpada e não desistiu. Por isso, não existem pessoas que fracassam, existem pessoas que desistem, às vezes mesmo depois da primeira ou segunda tentativa. Tirar proveito do fracasso é aprender com as dificuldades”, disse.

A lei sobre ser tolerante revela que quando trabalhamos em equipe, as pessoas têm que ter uma harmonia entre elas, mas em prol daquele objetivo principal definido. A pessoa intolerante se incomoda com algum trejeito de uma pessoa que o irrita, mesmo que não vai atrapalhar absolutamente em nada. “Por isso, uma das principais definições de tolerância é aceitar mesmo a contragosto”, disse ele.

A lei da regra de ouro diz respeito à ética que temos que ter. A pessoa tem ou não uma ética e quem não tem fica em cima do muro. “A pessoa se diz um empresário que paga seus impostos em dia, mas às vezes vai à  25 de março e compra uns CDs piratas. Aí ela está em conflito com sua ética. Por isso, regra de ouro é determinar em que pedras eu piso e em quais eu não piso e a partir daí eu sei dizer não para minha vida. Vou pegar minha regra de ouro como exemplo que é ter entusiasmo em tudo que faço e enquanto tiver pessoas envolvidas pensar no projeto ganho a ganho, ou seja, eu vou ganhar com isso, elas vão ganhar com isso, se não houver ganho eu não faço”, comentou Walter.

As Leis do Sucesso de Napoleon Hill -  Walter Kaltenbach
Programa Estética na TV – As Leis do Sucesso de Napoleon Hill

A última lei, que é a força cósmica do hábito, significa que nós somos nossos hábitos e nossos hábitos nos formam. Os hábitos nós criamos durante a vida, por isso podemos modificar estes hábitos e, por isso, temos que entender quais os hábitos são bons e quais estão atrapalhando meus resultados, pois a partir do momento que entendo meus hábitos eu posso me reposicionar. A vida é feita de reposicionamentos, mas para que eu possa me reposicionar eu preciso me entender. Sócrates já dizia o seguinte: “Conheça-te a ti mesmo”.

“Quando conhecemos nossos segredos, nossa própria história, conseguimos nos reposicionar no presente em prol do futuro. Pessoas que estão se reposicionando no presente estão no trilho de seus resultados, no trilho de suas conquistas. Para que você mude de hábito é necessário você ter entusiasmo durante certo tempo até mudar o hábito. Depois que aquilo se transformou em hábito você não precisa mais do entusiasmo para conseguir aquilo, só precisa de motivo para continuar fazendo aquilo. Daí a importância de eu saber quais os hábitos eu devo manter para seguir no trilho do meu resultado”, concluiu Walter.

Para maior informações sobre os cursos da Master Mind, entre em contato:

Tel.: (11) 3031-1619

E-mail: atitude@mastermind.com.br

Site: www.mastermindsp.com.br

 

 

 

 

 

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1 comment

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  • Maravilhoso!!!!!
    As leis o Walter deu já posso dizer que levantaram meu animo pois o movimento está fraco e estava muito desanimada, mas percebi que preciso ser positiva e agir. Mais uma vez mlhões de obrigada Cristiano.

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