27 de fevereiro de 2020

Crio Frequência. a Evolução da Radio Frequência – Estimulação do Colágeno no tratamento de gordura, Celulite, flacidez e estrias



Priscila – Vamos conhecer a criofrequência, não é? A criofrequência, que é a minha queridinha, porque me trouxe… eu estou na área há 10 anos, já trabalhei, tive a oportunidade de conhecer todos os tipos de radiofrequência do mercado, conheci a radiofrequência antes mesmo de ela vir para o Brasil, na Argentina, que na época era a tecaterapia, na época…

O que é a criofrequência?
A criofrequência, na verdade, ela é uma radiofrequência. Mas ela é uma radiofrequência diferenciada, por ser uma radiofrequência muito mais forte do que uma radiofrequência convencional, que gira em torno de 200, 300 watts. A criofrequência tem… ela é uma união de 2 tipos de radiofrequência. A radiofrequência monopolar, com 400 watts e a radiofrequência multipolar, de 6 polos. Uma multipolar, com 6 polos, com 650 watts. Então, dá ao todo 1.050 watts de potência. Por ser uma radiofrequência muito forte, para não ter uma lesão pessoal, uma lesão de pele, ela tem uma ponteira resfriada, -10º. Então isso garante um conforto total para o paciente, o paciente não sente nada. E tem um aquecimento de -60º internos, o paciente não sente absolutamente nada.

A criofrequência é diferente de criolipólise?
Não, não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Por quê? Porque a criolipólise, na verdade, ela transforma as células de gordura, ela promove uma paniculite, porque ela faz uma sucção e um congelamento, não é um resfriamento. Então fazendo essa… ela faz uma paniculite do tecido, transforma num fragtal, uma vez sendo fragtal, ele nunca mais retrocede a ser uma célula de gelo, então a gente não precisa fazer nada para potencializar o efeito da criolipólise. Uma vez que virou gelo, gente, não adianta, pode fazer ultrassom, pode fazer radiofrequência, pode fazer o que quiser, o gelo nunca mais vai virar uma gordura. O que você pode fazer é compactar as células adjacentes, as células do lado. Só que a criolipólise transforma num fragtal e a gente tem uma morte por apoptose, decorrente de um processo inflamatório. Como efeito colateral da criolipólise nós temos um trabalho de colágeno. Já a criofrequência, por ser uma radiofrequência, trabalha o contrário. A criofrequência, nós sabemos que se você aquece um paciente a 42º, qualquer radiofrequência aquecida a 42º nós temos como efeito colateral, principalmente nas radiofrequências monopolares, uma quebra de gordura. Então a criofrequência é uma radiofrequência que serve para estimular colágeno, como efeito colateral, ela quebra gordura. A criolipólise serve para quebrar gordura, com efeito colateral ela ajuda na compactação da célula. Então, assim, uma complementa a outra, mas uma tecnologia não tem nada a ver com a outra. E as pessoas fazem bastante confusão, principalmente no consultório. Porque sai da criolipólise, está gelada, vai para a criofrequência, está gelado. Eu falo que é cliente frozen.

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